Prisão

Pai é preso suspeito de estuprar filha de 12 anos com ajuda do filho

14/05/2026 - 17h11Por: G1

Um homem foi preso por estuprar a filha de 12 anos, com a ajuda do filho adolescente, na cidade de Santa Rita de Cássia, no oeste da Bahia, na quarta-feira, 13 de maio. De acordo com a Polícia Civil, o garoto de 16 anos foi apreendido.

(CORREÇÃO: ao publicar esta reportagem, o g1 errou ao informar que a idade da vítima era 10 anos, conforme informações inicialmente divulgadas pela Polícia Civil. Na verdade, a idade da menina é 12 anos. A informação foi corrigida às 15h30.)

De acordo com a polícia, o pai e o filho cometeram o crime juntos durante cerca de seis meses. Os nomes deles não foi divulgado pela corporação.

Ao g1, o titular da Delegacia Territorial de Santa Rita de Cássia, Leonardo de Almeida Mendes Júnior, detalhou que a vítima vivia com o pai, a mãe e os irmãos em uma casa a cerca de 15 km de distância do centro da cidade.

A mãe da criança ainda é investigada pela polícia, que apura uma possível omissão por parte dela. “Até a presente data, a gente não tem provas ainda para pedir prisão ou outra medida em desfavor da mãe, mas ela continua investigada e o nosso inquérito ainda não está fechado justamente por conta disso”, detalhou.

A situação foi descoberta pela polícia através do Conselho Tutelar da cidade, que fez uma investigação inicial do caso e acionou as autoridades. O estupro foi confirmado após uma apuração mais profunda da Polícia Civil, que confirmou o crime por meio de laudos periciais.

“Assim que o laudo definitivo chegou em nossas mãos, nós pedimos a prisão do pai desta menor e a apreensão do irmão dela, que tem 16 anos. [Também] Pedimos o afastamento dessa criança do lar, para que ela ficasse com o conselho tutelar”, acrescentou.

Ainda conforme o delegado, o pai da menina, um homem de 72 anos, já passou por exame de corpo de delito e passará por audiência de custódia na manhã de sexta-feira, 15. O adolescente apreendido passará por audiência confirmatória no mesmo dia.

A criança segue sob os cuidados do Conselho Tutelar da cidade, até que as devidas apurações sejam realizadas e ela possa ser acolhida por um familiar de primeiro grau.