O corpo do sexo masculino aparentando ter entre 30 e 40 anos de idade, continua sem identificação. Ele foi encontrado por um facheiro na manhã do dia 11 de junho, às margens de uma estrada conhecida como Maria Mil Réis, em uma área de plantação de eucalipto da Suzano Papel e Celulose.
De acordo com a perícia, feita pelos peritos Manoel Garrido e Pablo Bomjardim no dia em que o corpo foi encontrado, a vítima já tinha sido assassinada a aproximadamente quatro dias, com três tiros, dois na nuca, que acabaram transfixando, e um nas costas que ainda encontra-se alojado no corpo.
Ainda segundo a Polícia, os autores do homicídio tentaram dificultar a identificação do corpo e atearam fogo nos pertences da vítima que possuía uma tatuagem de uma serpente na perna esquerda.
O corpo foi removido ao Instituto Médico Legal onde passou por exames de necrópsia. Até o início da tarde desta quinta-feira, 14 de junho, nenhum possível familiar havia procurado o Departamento de Polícia Técnica para fazer o reconhecimento da vítima.

